Imagine quando você está em frente ao seu computador, conectado no mundo virtual, especificamente falando, as “redes socais” e você se depara com vários temas e culturas misturadas, observando o que está acontecendo com as pessoas que faz parte do seu ciclo virtual. Ficamos antenados no que as outras pessoas postam, se estão namorando, se estão solteiras, se alguém morreu, ou nasceu, se alguém venceu, ou perdeu, é um espaço que se tem interação com todos os meios sociais.
Sabemos como funcionam as redes sociais, e o que vamos encontrar lá quando acessamos o seu conteúdo, e mesmo assim ainda temos uma esperança lá no fundo de que “alguém” vai postar algo “interessante”, algo que chame nossa “curiosidade”. Mas já percebeu que uma hora você atualiza, atualiza, e atualiza... E sempre as mesmas coisas, as mesmas mensagens, as mesmas fotos, os mesmo comentários, e ainda assim você atualiza, atualiza, e atualiza... Parece que você quer descobrir alguma coisa que é necessária, que seja revelada pela “outra” parte, pelo seu contato, só que você não percebe conscientemente de “onde” surge essa vontade, porque ela vem do inconsciente, que é a “curiosidade do novo”.
O ser humano é curioso, esperançoso, mas também sabe quando está “chato”, “monótono” e “entediado”. Porque nem sempre o que queremos vê, é o que vemos! As redes sociais foram uma grande invenção, mas como toda boa invenção, precisa se fazer muitos ajustes quando estamos lidando com interações do homem para com ele mesmo. No momento atual não existiria a solução exata, o que existe são ocorrências, que consiste ou em abandono parcial ou continuar neste estado de “mesmice”, porque até quem abandona seu interior por ser “curioso” por natureza o faz voltar, ou o deixa com vontade, mesmo que seja pequena, logo é impossível buscar uma solução para um problema que não entendemos ainda.
Marcílio Pereira Aguiar (MPA)









