quinta-feira, 19 de abril de 2012

A “arma” do saber


Se você estive-se a opção de utilizar a “arma” de maior impacto sobre o “adversário”, você a utilizaria? Ou simplesmente iria para o campo de batalha apenas confiando nas condições dos terrenos, da diversidade do clima, ou mesmo da opressão do inimigo? O que acontece com pessoas que não conseguem fazer “essa” escolha no momento apropriado é que vão perecer em campo e ainda vão se sentir as únicas culpadas pelo acontecimento. Quantos de nós sabemos o tamanho da capacidade que temos de ser bem sucedidos no que estamos fazendo? No que estamos falando? No que estamos pensando? As chances de algo da certo para você no “campo” de batalha é a metade sempre, mas de alguma forma será que podemos aumentar as chances para que a metade se torne a maioria do querer? E a resposta é obvia para todos, que sim! O problema é você se dá conta disso, porque sua mente começa a pensar que é melhor deixar acontecer, de lutar por lutar, de enfrentar a quem se opor com simplicidade e com preguiça. O “pensar” hoje ficou tão chato assim, a tal ponto de as pessoas pararem no tempo das possibilidades do que elas querem, para terem uma chance maior de se acontecer? Eu era um destes, que pensava que tudo aconteceria comigo porque já estava programado, já estava escrito em minha vida, mas não! A única programação que eu conheço é apenas a que os chips decodificam as instruções e repassam as funções a serem seguidas pelos circuitos, as demais são meros “mitos” que você desenvolveu ainda quando criança. Entenda que para algo da certo muitas vezes não depende de você (clima, opressão do inimigo ou condições do terreno), mas sim da maior “arma” que habita em seu ser, que é o que chamamos de “conhecimento”! Conhecimento este, que quando exercitado e bem desenvolvido se torna a maior força de ataque sobre o que você deseja alcançar, ela deixa de ser algo que com sua força “mate” o que queres, para uma força que atraía o inimigo e o transforma em aliado, o transforma em seu sonho, porque o que era um pesadelo para você antes de utilizar a sua “arma” agora se tornou o sonho no qual não desejaria jamais despertar.


Marcílio Pereira Aguiar (MPA)

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