sexta-feira, 20 de abril de 2012

As emotivações


A mais pura verdade do ser consiste no seu comportar. Sentado agora em frente ao meu computador penso no que o ser humano possa fazer quando se está dominado pelas suas emoções internas, emoções estas que não são controladas pela mente consciente, não se tem freios ao descer a ladeira do agir e do revelar. Quando buscamos resolver um problema em si com rapidez, geralmente o primeiro pensamento que se tem em mente é fazer o primeiro pensamento que estiver congruente com a nossa maneira de ser, porque nossa personalidade vai definir quais os tipos de pensamentos emotivos iremos utilizar no nosso subconsciente. O estado emocional da reação é um reflexo da nossa vontade insconciente, ou por quem queríamos que estivessem à mercê dessa vontade, mas nada adianta querer que alguém quisesse o que queremos sem que aceitemos o fato do agir sentimentalista dele consistir em ser diferente do nosso e desencadeia uma racionalidade totalmente diferente do que definimos ao nosso querer. Quando não tem mais volta a reação tomada pela reação sentimentalista, pensamos em como fomos capazes de fazer isso ou aquilo, como chegamos a esse processo intercalável do real de tal forma que não parecia possível a um passado de tempo não muito longe de nós, e aí percebemos o que de fato poderia acontecer se ao invés de utilizar a racionalidade sentimentalista, utilizássemos a do “lógica”. Mas não! A lógica só cria padrões, regras e mais formulas, e etc. Os resultados encontrados na lógica e sentimental podem até ser parecidos, mas o lógico te faz ter plena certeza de como foi que se chegou a esse comportamento, desde o mínimo detalhe até o maior de todos. Os resultados do sentimental transborda a energia carregada na situação em forma de cachoeira que despeja a todo instante uma infinidades de partículas de água por colina abaixo, mas essa água tem um caminho a percorrer, um lugar que não se sabe onde vai parar. Assim são nossos pensamentos emotivos, eles são “energias” (atitudes) que são concentração destas partículas aquíferas que estão dispostas a gerar uma nova ordem do seu curso, só não sabemos se será uma fonte que irá gerar um “chafariz” ou uma dispersão total espalhada para todos os lados, assim perdendo sua essência.


Marcílio Pereira Aguiar (MPA) 

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